Tendências em Milhas
Tendências em Milhas

O que uma empresa de milhas precisa para se destacar? Descubra!

Num mercado competitivo, no qual os diferenciais não são tão explícitos como poderiam ser para ajudar o cliente a definir suas escolhas por produtos e serviços, ter todos esses diferenciais bem posicionados na mente do consumidor é essencial para toda empresa sobreviver.

O segredo do sucesso? Estratégias de marketing bem elaboradas e aplicadas em tempo hábil, com o devido estudo sobre os resultados alcançados. Nessa toada, esse artigo traz detalhes importantes sobre um mercado que está movimentando cada vez mais dinheiro: o mercado de compra e venda de milhas.  

O conteúdo aqui é indicado tanto para quem possui uma empresa de milhas como para quem é empreendedor e deseja se manter antenado com as novas tendências de negócios e marketing, e é claro, novas oportunidades de lucro.

Marketing: base para o mercado de Milhas se desenvolver

Como toda estratégia disruptiva (que causa efeitos significativos de mudança) o mercado de milhas apresentou uma nova forma de olhar para um produto até então subestimado por muitas pessoas e empresas: as milhas obtidas em programas de fidelidade.

O mercado de milhas da forma como o conhecemos hoje, que envolve a comercialização de milhas por terceiros, começou em marketplaces como o Mercado Livre. Isso foi a pouco mais de 10 anos. Já as companhias aéreas começaram a trabalhar ofertando milhas para seus clientes por volta de 30 anos atrás.

No início, as empresas que se arriscaram a comercializar fora do Mercado Livre se depararam com uma grande barreira, que seria a maior encontrada até então: não existia demanda relevante para a compra de milhas.

O Marketing foi a lanterna que lançou luzes nesse cenário desafiador. Uma ferramenta fundamental, capaz de cuidar de toda a imagem das empresas da época, suas marcas e a nova modalidade de negócio que surgia.

E quando o mercado fica difícil?

Você já ouviu falar do livro “A Estratégia do Oceano Azul” de W. Chan Kim e Renee Mauborgne? Uma boa leitura para os tempos de hoje.

Essa obra fala que quando um produto está sob pressão em relação a preços, empresas que o comercializam tendem a estar sob ameaça. Esta situação de um mercado saturado e pouco oscilante foi definido como Oceano Vermelho.

No início dos anos 2000, a venda de passagens aéreas era feita da maneira tradicional, ou seja, as empresas utilizavam antigos padrões de comercialização, competindo especificamente com preço ou atendimento. Porém a variação de preço das passagens oscilava com pouca relevância – e o oceano foi de azul para vermelho.

Segundo Lucas Criscoullo, palestrante e CCO da IN8, “num cenário em que o mercado é limitado para crescer, é natural que empresários procurem outros caminhos para lucrar, sendo mudando de ramo ou criando uma diferenciação do seu produto.”

Assim, um cenário pouco explorado é chamado de Oceano Azul, diferente do Oceano Vermelho que é um oceano que já foi todo mapeado e explorado. O Oceano Azul tem águas inexploradas, que podem trazer muitos perigos, mas também muitos ganhos.

Para o palestrante, foi da estratégia do Oceano Azul que o mercado de milhas começou a evoluir, onde empresários do mercado de milhas, que eram poucos no início, ofertavam uma maneira de comercialização de passagens aéreas que era inédita.

Na época, eles conseguiram balancear o mercado, criando oferta de emissão com preços diferenciados. Criscoullo ressalta que “não foi uma tarefa fácil, mas eles conseguiram fazer com que as milhas se popularizarem”.

Se você já ouviu falar em milhas, certamente concorda que essa estratégia de marketing deu certo.

Marketing: investindo na imagem de marca

Foram gastas quantias substanciais para fazer o mercado de milhas começar a girar.

A maior parte desse investimento pretendia transmitir confiança para o público na venda e emissão de passagens aéreas utilizando milhas. Numa grande tacada de marketing, era preciso mostrar que o processo, acima de tudo, é confiável.

Hoje, chamamos essa estratégia de Marketing de Conteúdo: sua principal missão é criar evidência para as marcas no ambiente digital. Mas essa ferramenta pode oferecer muito mais para empreendedores e investidores.

Assim, essas empresas de 10 anos atrás investiram não só nelas mesmas, mas também na imagem que a própria comercialização de milhas tem.

Em meados da década de 2010, o mercado de milhas estava em um excelente momento para empresas e não era anormal negócios com um ano de existência faturarem algumas centenas de milhares de reais por mês.

Os desafios aumentaram…  

Devido a esse sucesso repentino, o mercado foi sendo inflacionado: muitas pessoas que acumulavam milhas começaram a investir em seu próprio negócio; empresas de turismo que antes trabalhavam de forma convencional migraram para milhas e investidores de outras áreas também tentaram abocanhar uma parte.

Somando-se o crescimento do mercado a empresas que promovem a competição por preço e a estratégias de limitação de uso das milhas lançadas pelas aéreas, o Oceano Azul foi se tornando pouco a pouco vermelho. Quem estavam surfando suas ondas não percebeu a mudança na tonalidade.

O cenário que havia no início do milênio com emissão de passagens aéreas tornou-se o ambiente altamente competitivo de hoje. Criscoullo destaca que hoje, “é quase uma regra que empresas de milhas também trabalhem com consolidadoras para ter quantidade de emissões relevantes”.

…mas o futuro é promissor para quem enxerga além do óbvio!

Diante dos desafios, surgem muitas perguntas para quem atua no setor. O mercado de milhas está fadado a acabar? Vai piorar e ficar ainda mais competitivo? Qual será seu futuro num mundo cada vez mais globalizado e digital?

Criscoullo arrisca um palpite: “na minha opinião, a comercialização como é feita hoje tende a piorar, margens vão diminuir e demandas de emissão ficarão centralizadas em menos empresas”.

Portanto, para o seu negócio de milhas dar certo você precisa encontrar seu Oceano Azul. O palestrante da IN8 ressalta conhecer casos de empresas que acharam um nicho específico e, com apenas dois ou três funcionários, chegaram a lucrar mais que empresas com dezenas. Mágica? Não. Estratégias de Marketing.

Se você atua ou quer atuar neste setor, é necessário que, assim como aquelas empresas fizeram no passado, você também invista em cenários novos. Inclusive para que você tenha a chance de encontrar um mercado forte.

O empreendedor é um ser único, e Criscoullo ressalta que empreendedores são aqueles que têm vocação para empreender e não apenas vender. Ele deve ser capaz de enxergar possibilidades de comercialização e lucros onde outros não veem.

Dotado deste talento, de uma estratégia de marketing assertiva e munido de conhecimentos abrangentes para desbravar o Oceano Azul, sua chance de conseguir sucesso é enorme. Para tudo isso, pode contar com nossa consultoria especializada.

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